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Qual deve ser a alimentação ideal diária?

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Há milhares de anos, Hipócrates já afirmava: “que teu alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento”.

É isso mesmo! O equilíbrio na dieta é um dos motivos que permitiu ao homem ter vida mais longa neste século.

A alimentação saudável está muito mais relacionada com a variedade e qualidade do que é ingerido do que com a quantidade. As nossas refeições devem obedecer às necessidades do nosso organismo, contendo, portanto, todos os nutrientes necessários, tais como vitaminas, minerais, proteínas, lipídios e carboidratos.

Para ajudar as pessoas a terem uma dieta equilibrada, o Ministério da Saúde criou os 10 mandamentos da alimentação saudável.

São atitudes que devemos tentar seguir no nosso dia-a-dia.

Vamos lá?

Frutas e verduras

Coma frutas e verduras. Por serem alimentos ricos em vitaminas, minerais e fibras. Comer de tudo, mas caprichar nas verduras, legumes, frutas e cereais. Monte pratos coloridos que estimulem o consumo. Também coma devagar e em ambientes agradáveis.

Não é preciso “cortar” nenhum alimento da dieta. Basta prestar atenção nas quantidades e dar preferência aos alimentos ricos em nutrientes, ao invés de calorias.

Que tal apostar no arroz com feijão?

Para cada 2 colheres de arroz, comer 1 de feijão. Esses dois alimentos se complementam, principalmente no que diz respeito às proteínas (a proteína que falta em um, tem no outro e vice-versa). O hábito bem brasileiro de comer o arroz com feijão tem sido bastante recomendado!

Evite gordura e frituras

Comer em excesso alimentos ricos em gorduras pode provocar o aparecimento de doenças como a obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes.

Use 1 lata de óleo para cada 2 pessoas da casa por mês. Essa medida serve para a pessoa ter uma ideia da quantidade de óleo que deve ser usada no preparo dos alimentos. O importante é não correr o risco de usar óleo demais.

Diminua a quantidade de sal nos alimentos

Uma boa dica é caprichar nos temperos como alho e cebola para melhorar o sabor. Evite também alimentos industrializados com muito sal.

Além disso, realize três refeições principais e um lanche por dia. Isso evita longos períodos em jejum. O melhor é comer mais vezes por dia, mas em menores quantidades (aumentar a frequência e diminuir o volume).

Quem fica muitas horas sem se alimentar acaba sentindo bastante fome e comendo exageradamente — o mesmo acontece com quem não tem hora certa para comer ou “pula” uma das refeições.

Comer com calma e não na frente da TV

Quando a pessoa come com pressa, além de não saborear o alimento, demora mais tempo para ficar satisfeita e por isso come mais. É como se ela não desse tempo suficiente para o organismo “perceber” a quantidade de alimento ingerida.

Comer e assistir à televisão ao mesmo tempo faz com que a pessoa se distraia e não controle a quantidade de alimentos que está consumindo. Além disso, as propagandas de produtos alimentícios despertam ainda mais o apetite e, por consequência, a gula.

Evite bebidas alcoólicas, refrigerantes e outras bebidas industrializadas. E claro, não esqueça dos 8 copos de água por dia.

Evite doces e alimentos calóricos

É importante observar não só a quantidade, mas também a qualidade dos alimentos, pois muitos deles são pobres em nutrientes e ricos em calorias – em geral os doces e alimentos gordurosos.

Comer exageradamente esses alimentos facilita o surgimento de doenças como a obesidade, diabetes e doenças do coração, entre outras.

É importante ressaltar que uma alimentação saudável não se baseia em comidas “menos gostosas”. O ponto chave para ter uma alimentação de qualidade é comer de tudo, porém na quantidade certa. Sendo assim, evite realizar dietas restritivas, que, com certeza, colocarão sua saúde em risco.

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