Nos dias de hoje, 70% dos pacientes americanos utilizam a internet como a principal fonte de informações em saúde. No Brasil,  cerca de mais de 10 milhões de pessoas usam sites sobre saúde para tirar dúvidas e manter o autocuidado do bem estar. 

Sabe-se que a telemedicina são serviços para cuidado com a saúde, nos casos em que a distância é um fator crítico, ampliando a cobertura na assistência médica, otimizando o tempo e melhorando o atendimento.

Quer saber mais e entender melhor sobre o que é permitido durante os atendimentos online? Então, continue nesse post e leia mais sobre o assunto.

A Telemedicina nos atendimentos

A tecnologia facilita o atendimento, otimizando o tempo do médico e paciente, o que garante mais tempo dedicado integralmente ao cuidado do indivíduo.

Com a criação do prontuário eletrônico, há uma facilitação no acesso às informações sobre o estado de saúde e acompanhar todo histórico de assistência direcionada para cada pessoa. Dessa forma, resgata informações com rapidez e exatidão para o processo de diagnóstico e terapêutica. 

O objetivo dos avanços na medicina é ter distribuição de saúde igualitária  em todas as regiões e fornecer alta qualidade técnica no cuidado, com redução de custos. No entanto, deve-se lembrar de preservar o humanismo, estabelecendo o vínculo entre médico-paciente  e aperfeiçoar os conhecimentos com as novas tecnologias.

Para a telessaúde funcionar adequadamente é preciso do envolvimento dos médicos, com capacitação de todos os profissionais e é imprescindível a educação continuada em saúde. 

As normas para médicos online

Durante os atendimentos é preciso conhecer o que é permitido conforme a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). 

A teletriagem é permitida e pode ser realizada à distância por um médico para avaliar os sinais e sintomas em cada caso e assim ser possível solicitar o parecer do tipo de assistência necessária. 

Além disso, o telemonitoramento é realizado após a consulta médica para realizar a supervisão dos parâmetros de saúde ou doença por meio de imagens, sinais vitais e dados de dispositivos agregados ou implantáveis no paciente. Com isso, garante maior rapidez em identificar alguma alteração e permite intervenção precoce.

É papel do médico garantir o respeito do sigilo profissional. Ao utilizar a tecnologia para transmissão dos dados do paciente para outro profissional durante a solicitação para a segunda opinião, é necessário ter segurança, limitar o acesso através de senhas e ter a possibilidade de recuperar os dados.

Em relação à segunda opinião médica, o profissional assistente pode interagir com outros especialistas para auxiliar no diagnóstico e melhor intervenção em cada caso clínico. Assim, há ampla possibilidade em basear a conduta terapêutica em experiências e evidências científicas. 

Outra questão importante é em relação ao tratamento de doenças crônicas por meio de tecnologias e monitoramento remoto, sendo recomendado consulta presencial a cada 120 dias.

Quer saber mais informações sobre atendimentos online? Então, entre em contato com a Conexa Saúde e saiba mais sobre o que é telemedicina.

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