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Como evitar a síndrome de Burnout?
Saúde no Trabalho

Como evitar a síndrome de Burnout?

Saber como lidar com funcionários que tem esgotamento profissional ou prevenir que isso aconteça é uma mentalidade recente. A própria síndrome de Burnout, ainda hoje não é considerada uma doença pela OMS, mas um “fenômeno ligado ao trabalho” que foi incluído somente este ano na Classificação Internacional de Doenças. 

O CID entra em vigor somente em 2020 e já é um avanço para fins de estatísticas de saúde. Mas muito ainda tem que ser discutido sobre o tema.

Essa classificação é também um alerta para que as empresas estejam atentas ao estado emocional de seus funcionários e entendam que ele também provoca sintomas físicos.  A síndrome não é uma coisa nova, mas talvez por ser “uma dor invisível”, como bem definiu a jornalista Isabella Camargo- que teve Burnout e hoje tem um trabalho de alerta sobre a doença- não receba a atenção devida.

Ficou interessado no assunto? Então, continue a leitura e conheça algumas medidas corporativas podem ajudar em casos de Burnout em sua empresa. 

Síndrome

O Ministério da Saúde classifica a Síndrome de Burnout ou Síndrome de Esgotamento Profissional como um distúrbio emocional cujos sintomas são exaustão extrema, estresse esgotamento físico. A principal causa apontada é o excesso de trabalho. Os grupos mais propícios são aqueles que lidam com muita pressão e que “não podem errar”, principalmente os da área de saúde, como médicos e enfermeiros; da segurança pública, policiais; assim como profissionais de comunicação, jornalistas.

“Dor invisível”

A definição da jornalista Isabella Camargo faz todo sentido. É fácil identificar a doença quando um funcionário quebra a perna, por exemplo. Mas se o sofrimento está na mente- embora tenha sintomas físicos- o entendimento é bem mais complicado.

É preciso sensibilidade para evitar julgamentos precipitados. Por isso é necessário, antes de tudo, procurar ajuda profissional para ter um diagnóstico preciso. É aí que o funcionário precisa do apoio da empresa não só para dispor o atendimento, mas para acolhê-lo nesse momento difícil.

Burnout é caro

Dados do ISMA -instituto que estuda o estresse- mostram que 70% dos brasileiros sofrem de algum grau de estresse. Considerando uma população de 100 milhões de trabalhadores, a maioria deles relaciona o estado com o trabalho e 30% desenvolvem a Síndrome de Burnout.

Além do custo pessoal, o custo financeiro é alto para as empresas, pois resulta na queda da produtividade e no afastamento do trabalho. Mais um motivo para criar um ambiente de trabalho saudável.

Prevenção

Em qualquer situação de saúde a prevenção é a melhor atitude. E nesse caso, como estamos falando de excesso de trabalho algumas medidas podem ajudar a conter o avanço dessa síndrome como avaliar as condições do ambiente de trabalho para diminuir os riscos; aprimorar a comunicação interna, evitando ruídos; reconhecer os profissionais para que tenham perspectivas dentro da empresa; criar momentos de socialização e de relaxamento e; principalmente conscientizá-los sobre o problema.

Texto: Luciana Cavalcante

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