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Conheça as doenças que aumentam a mortalidade no Brasil
Bem Estar

Conheça as doenças que aumentam a mortalidade no Brasil

O perfil das doenças crônicas está em constante transformação, modificando o conceito e padrão de monitoramento da saúde. 

Antigamente, era comum as doenças infecciosas e transmissíveis. No entanto, houve muitas mudanças devido a melhoria no acesso ao saneamento básico e maior difusão de informações sobre saúde.

Com a inversão da pirâmide etária, sabe-se que quanto mais se vive, maior a chance de desenvolver doenças crônicas em uso de diversas medicações para tratamento contínuo. Perda da qualidade de vida, limitações e incapacidades são, a longo prazo, consequência das Doenças crônicas não transmissíveis (DCNT).

Portanto, é fundamental cada vez mais o automonitoramento contínuo dos sinais vitais, com o objetivo de reduzir a mortalidade e identificar condições de agravo à saúde precocemente.

Quer conhecer melhor quais as doenças e que medidas adotar no casos de doenças crônicas? Então, continue com a gente!

Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

Entre as causas de óbito no Brasil, a primeira é considerada por doenças cardiovasculares, com cerca de 236 mortes por dia

O IAM é quando há um desequilíbrio entre a oferta e demanda de oxigênio pelo miocárdio. Os principais fatores de risco para essa doença é a má alimentação, sedentarismo, e quem vive em ambientes estressantes. 

Além disso, para as pessoas com doenças cardiovasculares pré existentes ou com alto fator de risco (hipertensão, diabetes, hiperlipidemia ou evento cardiovascular) é de extrema importância o diagnóstico e tratamento precoce, para evitar as complicações e limitações. É fundamental orientar e conscientizar ao paciente sobre a adesão ao tratamento, com a finalidade de melhorias na qualidade de vida. 

Acidente Vascular Encefálico (AVE)

As doenças cerebrovasculares, como AVE, são uma das principais causas de morte no Brasil, apresentando cerca de 100 mil óbitos registrados em 2013. 

São considerados fatores de risco: tabagismo, uso de anticoncepcionais, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, hipertensão arterial e obesidade.  É preciso uma intervenção na mudança do estilo de vida e acompanhamento das comorbidades, proporcionando controle dos riscos e parâmetros da saúde.

Neoplasias

Ainda convém lembrar que cerca de 16,8% das causas de mortes são devido às neoplasias. Doença relacionada a predileção genética, como também aos hábitos de vida. Em relação às mulheres, há aumento da mortalidade por câncer de mama, pulmão e colorretal. 

Enquanto que no sexo masculino cresce as taxas de mortalidade para câncer de próstata e colorretal. Nota-se um declínio do aparecimento do câncer de pulmão, provavelmente devido a redução do consumo de tabaco.

Pneumonia

Com 68,3 mortes registradas em 2013, a pneumonia está entre as principais causas de mortalidade. Como principais fatores de risco associadas estão o tabagismo e consumo de álcool 

As doenças respiratórias crônicas, em geral, tem sofrido um declínio da mortalidade, e é preciso tentar garantir melhor condições de vida, acesso aos serviços de saúde, redução do tabagismo, além da melhoria dos hábitos alimentares e na prática de atividade física. 

Sob essa ótica, a OMS divulga a importância das ações de promoção à saúde com implementação de políticas públicas intra e intersetoriais que auxiliam nas práticas saudáveis, alimentação adequada, ambiente livre do tabagismo, entre outras, facilitando a prática médica no cuidado com seu paciente. 

Medidas para prevenção das DCNT

Dessa forma, a Vigilância em DCNT promove ações para conhecimento de como está a distribuição dessas doenças e os fatores de risco relacionadas para posteriormente realizar uma futura intervenção.

Em panorama do cenário em que o paciente com a comorbidade está inserido, torna-se possível criar um planejamento terapêutico em conjunto, com a visão na prevenção das complicações. 

As medidas mais eficazes para a prevenção é a mudança do estilo de vida e o automonitoramento da saúde.

Gostou do post? Quer ficar por dentro de outras dicas como essa e conhecer medidas para um novo conceito em saúde? Então, acompanha o Blog da Conexa Saúde e saiba mais.

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