Uma coisa é certa: a prática médica está em constante evolução.

Desde seus primórdios até os dias atuais, foram desenvolvidas várias formas de exercê-la, incluindo a forma como as consultas presenciais se desenrolam, a forma como os exames devem ser feitos e, mais recentemente, o exercício da telemedicina.

Mas afinal, o que é telemedicina?

A telemedicina é um método para praticar a medicina, ou seja, ela é uma possibilidade da qual o médico dispõe para realizar consultas e cuidar de seu paciente. Aqui no Brasil ela é regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), sendo ética e legalmente reconhecida como ato médico.

Assim como na consulta presencial, na teleconsulta o paciente é acolhido pelo médico, que vai investigar a queixa trazida ou dar seguimento ao acompanhamento que já vem sendo feito. Esse método tem várias vantagens, que incluem:

  1. Facilidade no acesso à saúde: ao encurtar distâncias, possibilita o acesso à saúde em comunidades remotas;
  2. Praticidade e economia: o paciente não precisa se deslocar para o atendimento, o que reduz os custos totais com a consulta e gera mais comodidade;
  3. Diagnósticos mais precisos: os médicos podem obter uma segunda opinião e trocar conhecimento com outros especialistas;
  4. Melhora no acompanhamento do paciente: por ser uma tecnologia cômoda e acessível, o acompanhamento remoto proporciona um contato mais frequente com o médico e ajuda a manter o paciente envolvido no tratamento;
  5. Segurança da informação: armazenamento de dados e informações é assegurado e tem se mostrado muito mais seguro do que a utilização de prontuários físicos.

Resolubilidade

Apesar de ter algumas limitações em relação ao exame físico, a telemedicina tem alta resolubilidade, uma vez que a maioria das queixas são resolvidas somente pela história e exame clínico em tela.

Além disso, caso haja necessidade, com colaboração mútua e instruções do médico, o paciente pode realizar algumas ações do exame físico que sejam pertinentes para que se tenha um diagnóstico adequado, tais como palpações, visualização de estruturas e eventuais manobras.

É importante ressaltar que os métodos médicos presenciais e virtuais não só podem, como devem ser usados de maneira complementar. Se o teleatendimento não for suficiente para esclarecer a queixa ou solucionar o problema trazido, o médico não irá hesitar em encaminhar o paciente para o atendimento presencial.

Assim, neste cenário de constantes evoluções tecnológicas, é importante aproveitarmos todos os artifícios disponíveis em prol da promoção e prevenção da saúde!

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Texto: Franciane Reis, acadêmica de medicina

Revisão: Humberto Weber, acadêmico de medicina