Segundo a Organização Panamericana de Saúde, a educação continuada é um processo dinâmico de ensino e aprendizagem. Caminha lado a lado para o crescimento ativo e permanente de todos os profissionais. 

Baseado nesse princípio, as consequências são melhores atualizações e capacitação na área da saúde, evolução com inovações tecnológicas e qualidade no atendimento.

Diante disso, essa estratégia garante o desenvolvimento de práticas educativas, sendo considerado um recurso inovador para gestão do trabalho. 

Continue a leitura, conheça os objetivos e como ocorre esse Programa de Educação Continuada em Saúde.

Política Nacional de Educação permanente em Saúde

Os avanços tanto na área da Saúde quanto na educação estão em constante crescimento. As ações nessas duas esferas trabalham em uma perspectiva dialógica e compartilhada, sendo norteadora na prática médica. 

Dessa forma, a estratégia político-pedagógica na saúde utiliza as necessidades observadas na atenção à saúde, na gestão do sistema e no controle social. Sendo assim, colabora para a qualificação e aperfeiçoamento dos profissionais. 

Programa de Fortalecimento das Práticas de Educação em Saúde

O Programa de Educação permanente em saúde possui alguns objetivos. Por exemplo, promover a formação e o desenvolvimentos dos trabalhadores no Sistema Único de Saúde.

As ações são realizadas a partir da identificação das necessidades em saúde. Assim, estimula o planejamento e fortalece estratégias para a mudança na área. 

Sabe-se que para o sucesso dessa proposta é fundamental a utilização de tecnologia de informação e comunicação. 

Ações e Desafios da Educação continuada e permanente em saúde

Há décadas que a OMS reconhece a educação continuada como estratégia fundamental para a qualidade e atualização dos serviços de assistência à saúde. 

Apesar do seu papel essencial na saúde, há muitos desafios como:

  • O eixo transformador;
  • A estratégia mobilizadora de recursos e poderes;
  • O recurso para fortalecimento desses serviços nas instituições de saúde.

Com todas essas dificuldades superadas, é possível usar essa ferramenta como meio transformador para desenvolvimento de pessoas e assegurar melhor atendimento com singularidade e mais direcionado na solução dos problemas dos pacientes. 

Como é realizada?

De acordo com Freire (p. 114, 1983): “ a conscientização não é apenas conhecimento ou reconhecimento, mas opção, decisão e compromisso”. Ou seja, para que todas essas ações se tornem realidade, é preciso que o profissional esteja consciente da necessidade de crescer e adquirir novos conhecimentos, objetivando melhorias na saúde e manter-se atualizado. 

O desenvolvimento da Educação continuada deve ser feita baseada no seguinte modo:

  • Educação descentralizada e transdisciplinar,
  • Democratização institucional,
  • Incentivo ao desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, 
  • Buscar por melhorias permanentes na qualidade do cuidado à saúde,
  • Praticar técnicas críticas, éticas e humanísticas, visando o bem-estar do paciente.

A partir disso, transformar a formação os profissionais e a gestão da educação em saúde é a ponte para a mudança. Ao contrário do que muitos pensam, não é simplesmente técnico, visto que envolve mudanças para a vida de pessoas/pacientes

Com um campo para propagação de conhecimentos, práticas e reflexões na saúde e sobre o processo de trabalho facilita o aperfeiçoamento e eficiência para realização de atividades específicas.

Texto: Lyz Tavares

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