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Global Summit Telemedicine & Digital Health
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Global Summit Telemedicine & Digital Health

A Conexa esteve presente no congresso Global Summit Telemedicine & Digital Health. Esse é um evento internacional inédito no País, que foi sediado em São Paulo.

Foram abordados temas como: Telehealth, Digital Health, Wearables, Artificial Inteligence, Internet of Medical Things, Patient Experience & Health, Mobile Health, Analytics & Big Data, Internet of Me, Health Promotion and Prevention e Machine Learning. Tudo isso ministrado por Key Speakers nacionais e internacionais que compartilharam suas experiências em países com mercados mais maduros e desenvolvidos.

Quer saber um pouco sobre o que foi abordado no evento e as tendências para o mercado de saúde com esses avanços tecnológicos? Então, continue a leitura e veja como há tecnologia para praticamente tudo.

Monitoramento da saúde em tempo real

É provável que em pouco tempo nossa saúde seja monitorada em tempo real e nós vamos querer este monitoramento. Dessa forma, a ajuda da conectividade e das informações em tempo real que a internet traz, remodela os principais setores da sociedade.

Como resultado, a tendência é que a presença de objetos conectados à internet seja cada vez maior. Isso já está transformando totalmente a forma como as pessoas interagem com o mundo à sua volta. No campo da saúde, essa interação também começou e só tende a aumentar.

Evolução tecnológica

Com a evolução tecnológica, o número de gadgets capazes de capturar e ajudar a monitorar sinais de saúde, doenças e características de cada um vem crescendo exponencialmente e surgem diversos dispositivos wearable, propondo uma integração ainda maior do corpo humano com a tecnologia.

Além disso, a tecnologia permitirá a produção de itens personalizados, adaptados perfeitamente às necessidades fisiológicas de cada paciente.

Cuidado com o paciente

As tendências e inovações chegam à área da Saúde, especialmente no que diz respeito a tecnologias voltadas para o cuidado com o paciente. Não importa a forma, o principal é que todos esses dispositivos ou sensores juntos vão revolucionar a medicina e a vida das pessoas. Ou seja, em pouco tempo será possível acessar dados de saúde e todo o histórico de pacientes a qualquer hora, em qualquer lugar, com base em informações vindas de dispositivos conectados.

Todas as informações de cada paciente (alergias, preferências médicas, doenças crônicas e outros dados relevantes) – estarão armazenadas em um mesmo lugar. Assim, as idas aos consultórios poderão ser reduzidas significativamente.

Monitoramento de formas variadas

O monitoramento de todos esses sensores pode ocorrer de formas variadas, pois cada situação requer algo específico.  Eles podem propagar informações tanto por redes wireless 3G e Wi-Fi e até por redes telefônicas, e em último caso, podem ser empregados métodos menos utilizados como os de radiofrequência em locais de difícil acesso ou sem acesso à internet.

É evidente que a realidade do Brasil ainda é outra e o país ainda está começando nessas ações. No entanto, merece ser destacado que o país já conta com alguns recursos significativos. A cada dia surgem novas empresas no Brasil empenhadas em encurtar essa trajetória, e que estão desenvolvendo recursos de monitoramento à distância que podem ajudar a fazer a grande diferença na vida e na saúde de pacientes em todo o país. O caminho rumo à tecnologia é inevitável.

Gamificação na saúde

Uma das promissoras ideias surgidas nos últimos tempos é a gamificação da saúde, transformando o nosso cuidado diário com a saúde em uma espécie de videogame, com recompensas e, principalmente, diversão.

A gamificação é uma forma de solucionar a displicência das pessoas quanto ao trato com a própria saúde, resolvendo a tendência que elas possuem de desenvolver mais problemas do que as pessoas que se cuidam. A ideia é fornecer informações úteis para que os usuários tenham hábitos mais saudáveis e recompensá-lo por seguir esse novo estilo de vida.

Gamificação diminui custos

Essas pessoas que não querem, ou não podem fazer algo de maneira proativa, acabam gerando custos maiores a operadores de planos de saúde em geral. Muito do que se gasta com saúde é decorrente dessa displicência ou da falta de informação dos pacientes em geral.

Isso ocorre porque alguns tratamentos não são prazerosos, e o usuário acaba não seguindo à risca, prejudicando o processo e trazendo consequências tanto para si próprio, quanto para o sistema de saúde, que precisa gastar recursos a mais para atingir o mesmo objetivo.

Nesse cenário entra a gamificação. De fato, é uma das boas ideias para reduzir esses custos sem que seja necessário afetar a qualidade dos serviços.

Além disso, o programa proporciona às empresas de planos de saúde uma política diferenciada e uma nova possibilidade de corte de despesas.

Solucionar displicências

Smartphones e tablets possibilitam ao usuário, por meio de aplicativos, preencher um cadastro de seus dados de saúde, seus hábitos atuais e os objetivos desejados.

Exemplos práticos podem ser a perda de peso ou o controle de vícios, como cigarro e alcoolismo. É possível fazer, por exemplo, um aplicativo para ajudar pacientes em fisioterapia. Esses pacientes precisam realizar uma dose diária de exercícios para auxiliar em sua recuperação.

O sistema pode avisar o usuário dos horários e dias, informando ainda quais atividades devem ser realizadas. Ao usuário é necessário fazer inputs no aplicativo informando seus progressos para que possa obter as recompensas estabelecidas.

A gamificação é uma forma de solucionar a displicência das pessoas quanto ao trato com a própria saúde, resolvendo a tendência que elas possuem de desenvolver mais problemas do que pessoas que se cuidam. A ideia é fornecer informações úteis para que os usuários tenham hábitos mais saudáveis e recompensá-lo por seguir esse novo estilo de vida.

A importância da prevenção

Cada vez mais está sendo debatida a importância da prevenção na saúde. Um serviço oferecido à distância pode reduzir os riscos do desenvolvimento de doenças. Também fortalece o compromisso com a recuperação dos pacientes, ou seja, a humanização da saúde.

Os serviços de cuidados domiciliares podem expandir essa humanização com a interação à distância ao oferecer um apoio integral aos pacientes e seus familiares e orientar cuidadores, sejam profissionais ou familiares.

É necessário, o quanto antes, aplicar gestão humanizada com efetividade tecnológica e programas de prevenção nas áreas relacionadas à saúde. Sendo assim, a qualidade de vida das pessoas melhora e são minimizados os custos de saúde.

Dados

Nossos dados são a chave para muitas respostas e a inteligência artificial para predição está errando cada vez menos. A automação dos procedimentos, fortalecida com a chegada da Internet das Coisas (IoT), o Big Data e a Inteligência Artificial (IA), interferem profundamente no modo como a medicina é aplicada.

Assim, a automação dos procedimentos, fortalecida com a chegada da Internet das Coisas (IoT), o Big Data e a Inteligência Artificial (IA), interferem profundamente no modo como a medicina é aplicada.

Certamente, no Brasil, os médicos já percebem as facilidades trazidas pelos sistemas de informação para a gestão hospitalar ou de clínicas e consultórios. O levantamento feito pela Accenture mostra que 61% dos profissionais brasileiros usam ferramentas de TI para observação dos pacientes e para otimizar o tempo da consulta, enquanto 38% utilizam procedimentos eletrônicos para administração.

Seja por meio da digitalização de processos ou de um software que descomplique as finanças ou a administração de uma clínica em geral, o uso da tecnologia focada em gestão e eficiência permite ao profissional da saúde focar em seu principal objetivo, o atendimento do paciente.

Acessibilidade e agilidade

Os pacientes querem acessibilidade e agilidade com alta qualidade. Ainda mais com as rotinas agitadas e com o difícil acesso à saúde para algumas pessoas. Mas, boa parte da população não se importa em ser consultada remotamente.

Confiança é primordial

Inegavelmente, o vínculo médico paciente continua importando muito, confiança ainda é primordial. Com toda a certeza, em várias especialidades, o contato verbal entre médico e paciente já é suficiente para um bom atendimento.

Assim sendo, os médicos podem executar seu trabalho como se estivessem frente a frente com o paciente.

Certamente, o atendimento realizado em tempo real pela internet é um suporte importante para o tratamento, reforçando o vínculo com o médico. Sobretudo, a ferramenta aproxima com o indivíduo, possibilita perceber as dificuldades e orientá-los de forma mais precisa e segura. Bem como, outro benefício é que a visita online pode ser feita em qualquer ambiente como trabalho, casa ou em uma viagem.

Você já conhecia essas tendências da saúde que foram abordadas no Global Summit Telemedicine & Digital Health? O que pensa a respeito? Conte para nós nos comentários!

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