Se você é daquelas pessoas que corre contra o tempo para cumprir as tarefas do dia é claro que não vai encaixar mais uma na sua agenda. E as justificativas são variadas: distância, trânsito, horário, etc.

E se for para falar de um assunto que não se sente à vontade, então? Aí que não “acha” tempo mesmo. Afinal, pode não parecer, mas ainda há tabu sobre alguns temas relacionados à saúde mental.

Muitos nem se dão conta ou fogem de falar sobre suas emoções.  Mas esse esclarecimento é muito importante para evitar o adoecimento mental da população, um dos principais objetivos da Campanha Janeiro Branco.

Por isso, levar a discussão para espaços com grande concentração de pessoas com idades, experiências de vida e visões de mundo diferente, como as empresas, é tão importante. 

Para facilitar essa reflexão há uma série de ações que as empresas podem promover. 

Quer saber como promover o Janeiro Branco na empresa? Então, não perca nossas informações!

Conscientização

O primeiro passo é se conscientizar da necessidade de promover discussões sobre a importância de se criar uma cultura de saúde mental para promover o bem-estar de seus funcionários.

A partir daí, contando com o apoio dos profissionais de Recursos Humanos, estudar o comportamento das equipes e de trabalhadores individualmente para desenvolver estratégias e ações da campanha que possam atingir o maior número de pessoas.

Materiais de apoio

O site oficial do Janeiro Branco e seus canais de comunicação dispõem de vários materiais de apoio que podem ser usados nas ações nas organizações. Há cartazes com temas específicos que podem ser trabalhados por evento, por exemplo.

O ideal é que sejam feitos de forma gradativa, justamente para criar um ambiente em que os trabalhadores se sintam a vontade em discutir situações emocionais, já que essa não é uma coisa comum. E, em caso de dúvida, é só entrar em contato com a coordenação da campanha.

Buscar parcerias

Tratar de assunto de cunho emocional e da subjetividade dos indivíduos não é uma tarefa simples. É preciso de ajuda profissional para realizá-la. Por isso é preciso buscar parcerias, tanto da área de saúde, como da sociedade em si.

Profissionais de saúde, como psicólogos e psiquiatras atuam na facilitação do diálogo, mas a parceria com a sociedade é indispensável porque de nada adianta ter liberdade para falar na empresa e quando cruzar a porta se sentir julgado, por exemplo.

Ações

Assim como qualquer campanha nas organizações é necessário realizar ações que promovam o engajamento, não só palestras, seminários de esclarecimentos, mas até atividades lúdicas podem ajudar.

Colar cartazes com dizeres da campanha pelos corredores é importante, mas práticas ativas chamam mais a atenção do público interno. Nesse sentido, cada empresa deve encontrar atividades que se encaixem no perfil dos funcionários para garantir esse retorno.

Empatia

Eis o ponto chave de qualquer situação na empresa. Precisamos refletir sobre o nosso emocional? Sim. Mas isso não pode ficar apenas no campo das ideias.  

De nada adianta fazer campanhas de incentivo se não houver compreensão e empatia em um caso real, porque eles podem e vão acontecer.  

O capital humano não deve ser desperdiçado porque está passando por algum transtorno. Devemos lembrar isso porque pode acontecer com qualquer um de nós.

Texto: Luciana Cavalcante

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