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O que é Mobile Health? Confira essa tecnologia!

4 minutos para ler

Você já ouviu falar em Mobile Health? Como o próprio nome já sugere em inglês (Saúde Móvel), o conceito se refere a atendimentos médicos por meio de dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

Na verdade, eles são muito utilizados na saúde preventiva, na manutenção de tratamentos previamente diagnosticados ou no gerenciamento de patologias crônicas, já que consultas médicas de primeiro atendimento requerem a realização de exame físico no paciente.

Ficou curioso sobre o assunto? Então, continue a leitura e descubra como essa prática médica pode revolucionar a área da saúde!

O que é e para que serve o Mobile Health, afinal de contas?

Como é mencionado na introdução, o Mobile Health é uma prática de assistência médica disponível por meio de aplicativos de smartphones, que, muitas vezes, são desenvolvidos por clínicas médicas e hospitais que fornecem essa ferramenta aos seus pacientes.

Dessa forma, não se trata de um aplicativo randômico que qualquer pessoa pode instalar no celular para receber atendimentos de médicos desconhecidos, mas, sim, de um recurso que pacientes cadastrados em determinadas organizações de saúde podem fazer uso para monitorar sua saúde e acompanhar uma doença crônica, por exemplo, não precisando se deslocar até a unidade física.

Em tempos de pandemia, é uma ótima opção para evitar aglomerações e visitas desnecessárias a centros de saúde.

Dentre as muitas funções desses aplicativos, estão as possibilidades de:

  • coletar dados de saúde pública e fazer o rastreamento de epidemias;
  • fornecer informações a pesquisadores da área da saúde e pacientes;
  • tirar dúvidas de pacientes quanto a medicações e tratamentos;
  • disponibilizar prontuários e laudos de exames.

O que dizem os dados da OMS sobre o Mobile Health?

De acordo com uma pesquisa divulgada pela Organização Mundial da Saúde em 2019, existem, hoje, mais de 165 mil aplicativos em todo o mundo relacionados à área saúde. Além disso:

  • quase 60% dos países membros da OMS já adotam uma estratégia de Mobile Health e telemedicina;
  • mais da metade desses países têm leis específicas de proteção de dados eletrônicos;
  • cerca de 75% dessas nações incentivam a criação de organizações que oferecem programas de treinamento, especialização e formação em cursos de tecnologia na área da saúde;

A Irlanda e a Austrália são os países pioneiros em pesquisas sobre Mobile Health. Não é incomum que seus governos financiem debates sobre o tema e conferências com especialistas para discutir estratégias e protocolos de atendimento a distância.

O estudo disponibilizou ainda um infográfico com diversas informações úteis e interessantes sobre os usuários e os médicos de Mobile Health. Veja algumas delas.

Quanto aos pacientes:

  • 85% utilizam mídias sociais para buscar informações sobre saúde;
  • 30% trabalham com profissões ligadas ao cuidado de pessoas (idosos, crianças, pessoas com deficiência etc.);
  • 76% utilizam os aplicativos para tirarem dúvidas de tratamentos e prescrições;

Quanto aos médicos:

  • 50% acreditam que o uso de Mobile Health diminui a visita desnecessária a pronto-atendimentos e a consultórios médicos;
  • 93% acreditam que os aplicativos de saúde podem melhorar a qualidade de vida e a saúde dos pacientes;
  • 88% utilizam algum aplicativo médico em seus smartphones.

Como visto, o Mobile Health é uma inovação necessária nos tempos atuais, especialmente por conta da pandemia pela Covid-19, já que a ida a hospitais ou unidades de atendimento emergencial deve ser feita somente em casos reais de emergência por conta do risco de contaminação.

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