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Pesquisa e tecnologia: indispensáveis para a melhoria da saúde
Bem Estar

Pesquisa e tecnologia: indispensáveis para a melhoria da saúde

A saúde é um direito para todos, consequentemente, faz-se necessário que as políticas em todos os lugares tenham a responsabilidade de proteger a saúde da população.

Para o alcance desses objetivos é essencial os investimentos constantes em pesquisas e tecnologias. São buscadas novas informações e desenvolvidas condutas mais efetivas para promoção à saúde. Desas forma, é possível melhorar as condições de vida das pessoas.

Continue lendo e conheça quais são as pesquisas e tecnologias realizadas no Brasil e o seu impacto na saúde.

Investimento em pesquisa na saúde

A Organização Mundial de Saúde (OMS), propõe o conceito da pesquisa em saúde como o gerador de conhecimento detalhado e confiável. Será usado para promover, restaurar e manter o estado de saúde das populações.

Apesar de todos os desafios, sabe-se que o Brasil é o pioneiro em desenvolvimento de imunobiológicos. O país é conhecido pelas descobertas de inúmeras vacinas. Nesse campo, podemos citar a da pólio, melhoria nos medicamentos e diagnósticos mais eficazes, com menos intervenções invasivas.

Vale ainda destacar, que existem outras áreas da pesquisa em saúde que são menos conhecidas mas com grandes resultados como: redução de mortes no trânsito e o aumento da expectativa de vida.

Segundo o Ministério da saúde, há dois órgãos, chamados de Global Forum e COHRED , que possuem a meta de fortalecer os sistemas de saúde e analisar o fluxo de recursos para a pesquisa da área, com isso o país pode otimizar o uso das evidências na medicina para a equidade e o desenvolvimento. 

É preciso lembrar que em 2018, o governo federal liberou apenas 3,6% do orçamento a pesquisas. Conforme o dado da OMS, a média mundial é de 11,7%, colocando o Brasil em 49° no ranking dos países mais ineficientes na área, diante da pesquisa da Bloomberg. 

Outro aspecto importante, é que alguns profissionais não possuem acesso aos dados e às informações da medicina baseada em evidência, com isso não conseguem combinar as inovações disponíveis com a experiência que tem a oferecer. 

A medida que utilizem as evidências é possível maior padronização, diminuindo os erros nos diagnósticos e tratamentos.

Mais de 30 áreas de pesquisa no Brasil

Sabe-se que a Fiocruz tem contribuído, a mais de 115 anos, para a saúde pública brasileira por meio de descobertas científicas, produção de vacinas e medicamentos.

Baseado no portal desta instituição, estão sendo realizadas no Brasil mais de 30 áreas de pesquisa, e dentro dessas áreas há diversas linhas de análise. Destacam-se:

  1. Biologia de Vetores e reservatórios de agentes infecciosos: para o estudo de doenças transmissíveis e os patógenos relacionados a elas.
  2. Microbiologia em saúde e ambiente: é um estudo sobre a microbiologia de fungos, bactérias, vírus e protozoários, relevantes para a saúde humana e do ambiente.
  3. Virologia e saúde: são estudos da imunologia para a investigação das doenças virais. Com o objetivo de determinar evidências para melhor diagnóstico e terapêutica. 
  4. Parasitologia: conhecimentos sobre os parasitas e sua interação com o  hospedeiro.
  5. Imunidade e inflamação: estuda as implicações desses processos nas doenças infecto-parasitárias, crônicas e nas alergias.
  6. Modelos experimentais de doenças: visa o estudo dos mecanismos fisiopatológicos, até então desconhecidos, e analisa sobre qual tratamento e profilaxia.
  7. Nanotecnologia: é a manipulação da matéria ao nível molecular, com maior exatidão, visando a criação de novas substâncias. O propósito desta ciência é de revolucionar o tratamento de diversas doenças. 
  8.  Saúde e Gênero, Saúde do Idoso: estudos na área da saúde da mulher, do homem e idoso, visando a promoção à saúde.
  9. Saúde perinatal, da criança e do adolescente: são as descobertas das doenças e agravos específicos da faixa etária.
  10. Epidemiologia, métodos estatísticos e quantitativos: estudo sobre a prevenção e controle de doenças através de métodos computacionais.
  11. Gestão de Ciência e Tecnologia em Saúde: dedica-se às inovações organizacionais associadas às tecnologias em saúde.
  12. Promoção da Saúde: estuda as práticas de promoção à saúde.
  13. Pesquisa e desenvolvimento de fármacos e medicamentos: busca desenvolvimento de fármacos para a resolução de problemas em saúde.
  14. Pesquisa e Desenvolvimento de Diagnósticos: são estudos para ampliar métodos diagnósticos de doenças com importante impacto em saúde pública.
  15. Pesquisa e Desenvolvimento de Vacinas Profiláticas e Terapêuticas: busca de novos antígenos e formas de administração.

Investimento em tecnologia

A falta de investimento em tecnologia transparece em várias situações no sistema de saúde, como: atrasos para agendamentos de consultas, filas de esperas, idas desnecessárias ao consultório, entre outras.

Por outro lado, gradativamente tem sido adotadas algumas tecnologias como os prontuários eletrônicos (PEP), o que garante melhor armazenamentos das informações de cada paciente e é um facilitador do atendimento.

No futuro próximo, será importante o uso de aplicativos para o controle e automonitoramento da saúde dos pacientes, além da utilização do Big Data para extrair informações a partir de um grande volume de dados e conhecer quais as tendências para soluções mais imediatas. 

Tendo em vista as infinitas evoluções e resultados na área da saúde, em relação às pesquisas e tecnologias, faz-se necessário investir em estratégias eficientes para disseminar as informações, viabilizando diminuir a ponte entre o que é novo e os benefícios à população. 

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E leia mais sobre As inovações na medicina, para entender melhor sobre todas as expectativas de novas tecnologias na área da saúde. 

Texto: Lyz Tavares

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