Desde o recrutamento, as organizações já buscam um perfil de profissional capaz de produzir o máximo e com excelência, ou seja, mais e com a melhor qualidade.

O funcionário deve ser capaz de lidar com pressão, prazos apertados, sem deixar que isso abale os resultados. Mas será que com tanta carga de trabalho e cobrança o final pode ser satisfatório, ou isso não é levado em consideração, contanto que os números aumentem?

Vamos pensar num trabalho intelectual, de criação, por exemplo. Será que é possível estabelecer datas, horários e prazos para ter “inspiração”? E se for uma ação mecânica, como a operação de uma máquina? Dá para acompanhar o novo ritmo em prol de uma escala maior? Agilizar os dois processos resultaria em produtos de melhores?

São duas situações bem distintas, cuja resposta das perguntas pode ser a mesma. Quer saber qual é?

Então continue lendo o nosso artigo. Vamos responder essas e outras questões sobre qualidade no trabalho.

Bons x maus profissionais

Você já deve ter escutado a frase: “em toda profissão há os bons e os maus profissionais”. Quando avaliamos a capacidade de produção de alguém nem sempre estamos cientes ou levamos em conta as variáveis que isso envolve: recursos disponíveis, prazos inalcançáveis, sobrecarga de trabalho. Esses são alguns fatores que podem afetar a qualidade do trabalho, mas também não podemos fechar os olhos para o desinteresse, acomodação, desatualização, fatores pessoais. Por isso o olhar deve ser mais amplo antes do pré-julgamento.

Expertise

Sabe história do encanador que faz o serviço em 5 minutos e você reclama do preço? Pois é, ele fez algo que você não sabe. Se demorar mais ou menos tempo, depende do conhecimento, técnica e principalmente experiência dele. E se essa expertise resulta em 20 serviços, por dia, com o mesmo resultado, enquanto outro profissional faz metade, qual seria a diferença? Simples: dedicação pessoal. E isso não torna ninguém melhor ou pior. Um deles apenas atingiu seu melhor nível.

Dicas básicas de qualidade

É claro que a diferença de desempenho pode ser amenizada por vários fatores, independente do tipo de atividade. Algumas dicas ajudam nesse impasse: 

  1. Esteja sempre atualizado, faça cursos, pesquise sobre a sua área;
  2. Conheça os processos da organização, principalmente os que têm relação com seu trabalho;
  3. Seja curioso, não tenha vergonha de perguntar se tiver alguma dúvida;
  4. Acostume-se a consultar os superiores durante o processo, isso evita perda de tempo para refazer todo o serviço, caso não esteja de acordo com os padrões da empresa;
  5. Seja participativo, questione de forma construtiva, dê sugestões;
  6. Seja proativo;
  7. Evite distrações no trabalho;
  8. Comece pelas tarefas mais difíceis;
  9. Seja organizado, faça planilhas com tarefas e prazos;
  10. Preze pela apresentação do trabalho. O visual faz uma grande diferença.

Quantidade

Lembra dos exemplos que citamos no começo do texto? Então, se você conseguir seguir alguns dos conselhos do item anterior pode sim ter qualidade e quantidade no trabalho. Isso se dá pela incrível capacidade de adaptação do ser humano. Pode não ser fácil no começo, mas com a prática cada um desenvolve seu método para aumentar a escala sem prejudicar a excelência. Lembrando Charles Darwin, no mercado também há uma seleção natural, onde os mais capacitados têm mais chances. É também questão de sobrevivência. 

Texto: Luciana Cavalcante

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