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Telemedicina: Responsabilidade do médico X paciente
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Telemedicina: Responsabilidade do médico X paciente

Atualmente, mesmo com aumento da longevidade e prevalência de doenças crônicas, tem-se vivenciado diversos problemas no sistema de saúde, destacando-se: o acesso, equidade e custos. 

Por isso, a telemedicina é considerada a base da mudança desses desafios contemporâneos na saúde.

Tendo em vista tal importância, neste artigo vamos explorar algumas das responsabilidades do médico e do paciente diante dessas inovações.

Continue lendo e saiba mais sobre esse tema!

Responsabilidades do médico

Sabe-se que o médico tem a liberdade de indicar ou não a telemedicina para seu paciente, visando os benefícios com o telemonitoramento dos sinais vitais e acesso rápido a sua situação de saúde.

Cabe ao profissional assistente interagir com outros especialistas, a fim de procurar sobre o diagnóstico, opinião e intervenção médica, buscando recomendações baseadas em experiências e evidências científicas. Então, é papel do médico avaliar se vai seguir ou não tal conduta, respeitando sempre os princípios de beneficência e não-maleficência.

Além disso, o médico que for consultado possui o direito de não compartilhar seus conhecimentos se as informações fornecidas sobre os dados do paciente não forem suficientes para esclarecimento da melhor conduta.

Outra questão importante é a ética médica, com o objetivo de garantir o sigilo e segurança durante as transmissões de dados pela internet, com o único propósito de concluir o caso com o auxílio de tele especialistas.

De acordo com as tendências do novo paradigma, o envolvimento dos médicos é o que determinará se a implementação do sistema de tecnologia e comunicação irá funcionar. Por mais que haja um consenso por parte dos profissionais sobre a melhora da qualidade do atendimento e assistência à população, ainda há uma importante barreira a ser ultrapassada, como a falta de tempo para investir no aprendizado desse novo sistema.

É preciso ter a seguinte visão: a capacitação é necessária, assim como a educação continuada (tanto pelos profissionais quanto pacientes) é imprescindível.

Papel do paciente

Tendo em vista os aspectos apresentados, é de responsabilidade do paciente transmitir dados corretos sobre sua condição de saúde. Para isso é preciso estarem cientes sobre o seu papel durante esse processo, como na coleta dos sinais vitais que foram monitorizados. 

Ademais, os pacientes devem estar de acordo sobre o uso da telemedicina e assinar o termo de consentimento livre e esclarecido de qualquer dúvida.

Ainda convém lembrar da importância da sinceridade durante o monitoramento para não gerar falsos resultados quanto a melhora clínica e eficácia terapêutica.

Dessa forma, não devemos lutar contra a incorporação da tecnologia na saúde, já que os benefícios são incontáveis, cabendo ao médico e paciente estabelecer boa relação e vínculo para melhores resultados e melhorias na qualidade de vida, sem pensar em interesse puramente econômicos.

Quer saber mais informações sobre o assunto? Então, entre em contato com a ConexaSaúde e saiba mais sobre o que é telemedicina.


Texto: Lyz Tavares

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