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O papel do RH no combate à ansiedade dos colaboradores
Saúde no Trabalho

O papel do RH no combate à ansiedade dos colaboradores

O maior erro que a área de Recursos Humanos de uma empresa pode cometer é assumir uma postura de apatia em relação aos colaboradores. 

Importar-se apenas com os trâmites funcionais e deixar de lado o aspecto humano da empresa só irá gerar crises. Afinal, os colaboradores não são máquinas.

E como o transtorno de ansiedade é considerada o mal do século, este será um desafio a ser enfrentado pelo RH nas empresas. Segundo o Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (Ipom), a doença atinge quatro a cada dez brasileiros. 

O combate à ansiedade é essencial para manter o ambiente corporativo mais saudável. Confira neste artigo como o RH pode auxiliar neste processo de tornar o escritório um local com menos gatilhos e por consequência, de maior bem estar

Conheça os anseios dos colaboradores

É natural que o RH saiba o quadro médico da saúde física dos colaboradores e até mais detalhes da vida pessoal, como arranjo familiar e estilo de vida. Mas ao se tratar de saúde mental, é preciso ir além. 

Este é um assunto bastante íntimo e delicado para a maioria das pessoas, o que faz desta uma missão mais complexa do que simplesmente perguntar diretamente aos colaboradores.

Uma boa ideia é fazer uma pesquisa anônima no escritório. Algumas perguntas que podem ser feitas são: 

  • Você já frequentou ou frequenta um psicólogo ou psicanalista?
  • Você já foi diagnosticado com algum distúrbio mental? Se sim, qual(s)?
  • Você sente que o ambiente de trabalho afeta tais distúrbios?
  • Se sim, quais aspectos você considera que sejam os principais gatilhos? Como podemos melhorá-los?

Dessa forma, o RH irá conseguir elaborar uma média dos níveis de ansiedade e outras condições entre os colaboradores para assim, poder pensar em estratégias de como amenizar os casos de crise no ambiente de trabalho.

Ações com base psicológica

É comum que grande parte da equipe de RH seja composta por psicólogos de formação. Neste momento, é a hora de colocar os conceitos mais fundamentais da área em ação.

Se este não for o caso na sua empresa, o ideal é contratar um psicólogo para fazer uma consultoria, que pode ser pontual ou a longo prazo.

Mas é importante entender que a ação da empresa no combate à ansiedade e outros distúrbios é diferente de uma consulta. Membros do RH jamais devem fazer atendimento clínico.

Após este estudo, o RH poderá chegar a alguns planos de como agir da maneira mais apropriada para o cenário da empresa. Este diagnóstico é totalmente individual. Mas há muitas formas já aplicadas em corporações que obtém bons resultados e podem te inspirar. Algumas delas são:

  • Programas corporativos que visam o bem estar;
  • Ginástica laboral;
  • Uma decoração mais favorável no ambiente;
  • Melhor comunicação entre as equipes;
  • Uso de telemedicina.

As opções são intermináveis. E é importante dizer que elas não só podem, como devem ser combinadas entre si. Você não precisa escolher seguir apenas com uma ou outra. Um rodízio entre propostas também funciona muito bem.

Assim como viver com distúrbios mentais é uma jornada, o combate à ansiedade e outras questões também será. O importante é ter consistência e persistência

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Texto: Manoela Caldas.

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