Aqui no blog da Conexa Saúde, nós sempre batemos na tecla de que a saúde do colaborador é a saúde da empresa. Isso significa que o gestor deve prezar pela saúde individual de cada funcionário, mas também da do ambiente corporativo, uma vez que ambas estão diretamente relacionadas.

Este bem estar empresarial que se busca agora tem um termo próprio: saúde organizacional.

Como não é possível fazer um exame de sangue e tirar a pressão de uma empresa para checar se está tudo bem, o entendimento do conceito de saúde empresarial ainda é um desafio para muitos.

Para te ajudar, neste artigo vamos explorar como esta ideia é estratégica para o garantir o sucesso da corporação.

O que é saúde organizacional?

Vamos de uma vez por todas entender do que se trata a saúde organizacional. Para isso, primeiro te convidamos a definir o que é a saúde humana.

O que é ser saudável? Uma pessoa que apresenta todos os exames em dia, mas é dependente química do cigarro é saudável? Alguém que vive de dieta e academia mas tem distúrbios psicológicos é saudável?

A proposta aqui é te fazer compreender que definir o que é saúde – seja a humana ou a empresarial – não é uma tarefa simplória com respostas definitivas. Trata-se de um conceito amplo, que merece uma análise caso a caso.

Isso significa que saúde organizacional não tem uma fórmula pronta. No geral, pode-se afirmar que ela é o resultado de um conjunto de práticas que promovem o bem estar no ambiente corporativo. 

Tais práticas incluem desde uma remuneração adequada e boas condições de trabalho, até como se dão os relacionamentos interpessoais dentro das equipes.

Como medir a saúde organizacional da empresa?

Pela explicação anterior, você deve ter entendido que a saúde organizacional é algo pouco palpável. Porém, há maneiras para chegar mais perto de um diagnóstico geral que irá dizer se a sua empresa está com o quadro mais positivo ou negativo.

O time de Recursos Humanos pode realizar pesquisas qualitativas e quantitativas com os colaboradores. O eNPS é um modelo bastante eficiente a se seguir. É importante que estas perguntas sempre garantam o anonimato.

Outro ponto interessante a se observar é a rotatividade. Caso ela seja alta, é papel do RH sempre procurar entender as motivações tanto do colaborador que sai, como de quem o chefiava. Uma alta taxa de rotatividade não apenas é um indicativo de que algo está errado na saúde organizacional, como prejudica a dinâmica da equipe.

Caminho para o sucesso

Nem deveria ser preciso explicar o porque a saúde organizacional é importante. Um bom líder deveria prezar por um bem estar corporativo antes de tudo. Entretanto, muitos só se atentam à questões quando elas mexem no bolso. Estes devem saber que um ambiente empresarial saudável é a garantia para o sucesso de uma empresa.

Colaboradores satisfeitos, que se orgulham do que fazem e que se sentem valorizados vestem a camisa da empresa. Com isso, trabalham com mais gosto e buscam resultados sempre melhores.

Funcionários são os principais porta-vozes de qualquer empresa. Quando gostam de onde estão, os colaboradores tornam-se outdoors ambulantes de propaganda positiva e gratuita sobre a marca. 

Como gestor, você deve quer que esta seja a realidade da sua empresa. E o caminho é um investimento vitalício em saúde organizacional.  

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Texto: Manoela Caldas.

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