Há cerca de 40 anos, as tecnologias de comunicação estão em constantes evoluções para proporcionar melhorias à saúde. O berço da telemedicina é nos Estados Unidos, onde sua prática está diariamente em crescimento.

Quer saber como essa tecnologia funciona? Então, não perca nossas informações!

Aplicação

A sua aplicação inclui:

  • monitorização remota dos sinais vitais;
  • transmissão de imagens para interpretação diagnóstica e confecção de laudos de exames radiológicos/ anatomopatológicos/ cardiológicos à distância;
  • consultas de pacientes via teleconferência;
  • educação médica continuada;
  • portais de informação voltados ao paciente;
  • aplicativos para dispositivos sem fio com informações médicas de consulta rápida;
  • assessoria a distância por médico especialista ao médico generalista em contato com o paciente;
  • coleta de dados para pesquisa clínica.

Os 3 principais benefícios

 Facilidade de acesso

Com a telemedicina há maior difusão de informações médicas, tanto para troca de dúvidas entre pacientes e médicos, quanto entre médicos assistentes e especialistas. 

Além disso, facilita o acesso à saúde adequada em áreas remotas, sem a necessidade de deslocamento do paciente ou profissional.

Redução de custos

A redução do tempo em deslocamentos, otimiza o tempo dos profissionais, melhora o atendimento ao paciente e reduz os custos

Com a melhoria dos atendimentos e monitoramento dos pacientes à distância,  reduz as internações desnecessárias e de alto custo e reduz o tempo de internação. 

Outro benefício é a oportunidade da telemedicina em facilitar o acesso à uma segunda opinião, fortalecendo maior assertividade nas condutas diagnósticas e terapêuticas e consequentemente reduz os gastos com exames complementares evitáveis, tratamentos dispendiosos e reduz os desperdícios do sistema de saúde.  

Maior comodidade ao paciente

Dessa forma, a telemedicina favorece a otimização do tempo gasto em deslocamentos, gera maior comodidade e tranquilidade para o paciente.

Além disso, reduz a ansiedade em relação às complicações de saúde e com profissionais em pronta reação para intervenção precoce. 

A prática da telemedicina

A telemedicina pode atuar na prática em 3 áreas como a Educação continuada em saúde, acesso às consultas e estreitar a assistência médica aos pacientes.

A educação continuada em saúde possui como objetivo principal a capacitação e atualização dos profissionais, utilizando os recursos de tecnologia de comunicação e informação como videoconferências.

Assim, permite a expansão do acesso às novas diretrizes, experiências clínicas de cada especialidade e fortalecimentos das informações baseadas em evidências da medicina.

Consultas e assistência

As consultas podem ser entre os médicos para a segunda opinião sobre algum diagnóstico. Esse procedimento deve ser realizado e os tratamentos possíveis com menores efeitos adversos possíveis. Essa prática pode funcionar de forma síncrona ou assíncrona, sendo esta de menor custo para o sistema e com resposta em até 48 horas.

Já a assistência é baseada no telemonitoramento do paciente pelo profissional à distância em associação com algum profissional da saúde presencialmente, para melhores trocas de informações e conhecimentos. 

As inovações tecnológicas, como a inteligência artificial, são recursos essenciais para a transmissão de dados e exames, com o objetivo de criar uma conduta compartilhada com outros profissionais experientes.

Outra questão do funcionamento da telemedicina são o sistema de nuvem. Tal sistema permite acesso aos dados, história clínica, exames já realizados e tratamentos já indicados. Assim, direciona de forma mais eficaz a conduta de cada paciente.

Papel da telemedicina como um suporte de diagnóstico e tratamento

A telemedicina possui papel muito importante nas emergências, principalmente as cardiológicas, como as condições agudas e ameaçadoras à vida. 

Nessas situações, torna-se fundamental o diagnóstico precoce e o tratamento mais rápido, para evitar as complicações.

Como exemplo da aplicação da telemedicina iremos citar o paciente com dor torácica. 

Esse paciente liga para o serviço de atendimento pré-hospitalar e uma ambulância com eletrocardiógrafo sem médico realiza o atendimento inicial. Após a realização do exame, o resultado é enviado para a Central de telecardiologia. Baseado na história clínica e interpretação eletrocardiográfica podemos sugerir o diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio. 

A partir disso, a equipe é orientada por videoconferência pelo Cardiologista, para a administração precoce do tratamento básico modificadores da mortalidade, enquanto espera a resposta do hospital que possui a Intervenção coronariana percutânea podendo ser realizada em até 120 minutos. Caso contrário estaria indicado o tratamento com fibrinolítico. 

Todo esse protocolo sendo realizado em tempo real, de forma imediata e simultânea para redução do tempo de espera para intervenção precoce. Esse método reduz a mortalidade dos pacientes e melhora a qualidade de vida, por reduzir os riscos à saúde durantes as esperas por atendimento. 

Quer saber mais informações sobre o assunto? Então, entre em contato com a Conexa Saúde e saiba mais sobre o que é telemedicina.

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