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Telemedicina e atendimento convencional: entenda as diferenças
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Telemedicina e atendimento convencional: entenda as diferenças

A tecnologia na área de saúde veio para facilitar a troca de informações e agilizar os serviços prestados. A telemedicina, por exemplo, facilita a relação entre paciente e médico, independentemente da sua localização. Dessa forma, os especialistas são capazes de acessar dados, atender emergência, realizar triagem para outros profissionais e até debater casos mais graves.

A atividade é regulamentada no Brasil, mas nem tudo ainda é permitido. Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre o funcionamento desse serviço no país e como ele se diferencia do atendimento convencional. Confira!

O que é telemedicina?

A telemedicina é um tipo de atendimento avançado a pacientes em que há troca de informações médicas, análises de resultados de exames e até alguns tipos consulta, sem a necessidade de que médico e paciente estejam no mesmo local.

Nesse formato de atendimento, os dados podem ser trocados digitalmente, por meio da Internet, smartphones ou outros dispositivos. De maneira geral, a telemedicina atua como uma aliada à medicina tradicional e já é bastante utilizada no mundo, de forma legalizada e segura.

Os principais objetivos são levar atendimento a locais mais remotos, onde nem sempre é possível ter um médico de forma presencial, agilizar a análise de um exame essencial para o diagnósticos ou, ainda, fazer contato de emergência entre o profissional de saúde e o paciente.

Como principais vantagens temos:

  • rápido contato entre médicos e pacientes;
  • acesso facilitado a especialistas;
  • facilidade na troca de dados entre os prestadores de serviço em saúde;
  • redução do deslocamento de pacientes para hospitais e grandes centros urbanos;
  • melhora e agiliza a entrega de laudos emitidos.

Como funciona no Brasil?

A telemedicina já é utilizada no Brasil para análise de laudos de exames desde a década de 1990. O surgimento se deu a partir do objetivo de prestar assistência a pessoas com dificuldade de acesso a postos de atendimento médico.

Gradativamente, o serviço passou a ser incorporado em consultas, gestão e na pesquisa e monitoramento de dados. Por isso, em dezembro de 2018, o Conselho Federal de Medicina divulgou a resolução n° 2.227/18, que propõe novas definições para a telemedicina.

De acordo com o documento, trata-se do “exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões, e promoção de saúde”. A ideia é que possa ser usada tanto em tempo real, em consultas, discussão de casos por especialistas e emissão de laudos de forma rápida.

Quais as diferenças entre telemedicina e atendimento convencional?

Apesar de haver a crença de que a telemedicina veio para substituir o atendimento convencional, a verdade é que elas devem trabalhar como aliadas na promoção de um atendimento mais rápido e eficiente.

O atendimento na telemedicina é feito a partir de dados pessoais e clínicos compartilhados com um profissional que possua autorização. Esses dados devem ser seguros, pois não podem ser divulgados para além dos canais estabelecidos.

Já a consulta na telemedicina deve seguir o seguinte padrão: a primeira presencial e as demais podem ser a distância. Exceto em casos em que a distância entre médico e paciente seja muito grande e haja necessidade explícita do atendimento.

Outro diferencial da telemedicina em relação ao atendimento convencional são as teleinterconsultas, que ocorrem quando o profissional da saúde tem dúvidas em relação ao caso do paciente. Com isso, ele utiliza o sistema para acessar base de dados ou trocar informações com outros especialistas, oferecendo diagnóstico mais completo para o paciente.

A teletriagem funciona com a avaliação dos sintomas de um paciente pelo profissional, evitando a superlotação de instituições de saúde. Já o telemonitoramento é a observação dos parâmetros de saúde e sinais vitais de um paciente a partir de fotos, sinais e dados obtidos por dispositivos eletrônicos. O objetivo é identificar o quanto antes caso haja alguma alteração e prevenir complicações. 

Em razão dessas características, confirma-se que a telemedicina pode auxiliar muito no atendimento convencional, proporcionando, assim, mais qualidade de vida aos pacientes.

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