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Telepediatria nas escolas: como funciona?

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Se para todo mundo 2020 foi de incertezas, para estudantes, pais e profissionais de educação não foi diferente. O impasse entre a necessidade de voltar às aulas presenciais e o risco de contrair a COVID-19 tirou o sono de muitos deles.

Enquanto a situação não se estabiliza, a solução foi optar por aulas remotas, que trouxeram desafios. Para boa parte dos alunos, de acesso à internet. Para os professores, de adequação das dinâmicas aos meios digitais.

A situação mexeu com a rotina das famílias, mas principalmente dos alunos. Alguns, inclusive, tiveram dificuldades de aprendizagem pelo novo método.

Para ampliar a segurança dos agentes envolvidos nesse processo, empresas de saúde desenvolveram soluções que vão além dos protocolos sanitários, tudo para assegurar a volta às salas de aula. Uma delas é a telepediatria.

Quer saber como a telepediatria pode ajudar a garantir a segurança dos alunos no retorno às aulas? Então acompanhe o texto e fique por dentro dessa novidade!

Efeito dominó

A suspensão das aulas provoca um efeito dominó. É claro que pensamos primeiro nos alunos, que precisam de infraestrutura para estudar em casa e não sofrer atraso escolar; os pais, que têm que conciliar essa situação com o trabalho.

Há ainda os professores, que devem se adequar ao ensino digital. As escolas também enfrentam uma crise para manter suas receitas e evitar demissões, tão temidas em um momento como esse.

Por isso, retomar as atividades presenciais exige um bom planejamento para evitar problemas futuros. E oferecer soluções inovadoras, além de garantir a segurança sanitária, é sinal de responsabilidade com público interno e externo.

Prevenção

Sabemos que, mesmo com o início da vacinação no Brasil, não é momento para relaxar.  Até porque, ainda teremos pelo menos um ano de campanha até que a população seja toda imunizada.

É sempre bom lembrar que ainda não existe tratamento específico para a COVID-19 e que ela já vitimou  muitos brasileiros, E, Mais do que nunca, o momento é de reforçar a prevenção com a tríade: uso de máscara, higiene das mãos e distanciamento social.

Plus

E quanto mais prevenção, melhor. Por isso hospitais e startups têm se dedicado ao desenvolvimento de projetos que vão além do protocolo sanitário estabelecido pelas autoridades de saúde, entre eles o uso da telepediatria nas escolas.

A modalidade de atendimento virtual para o monitoramento de estudantes, servidores , é um avanço que torna mais rigoroso o controle dos frequentadores desses espaços para evitar a disseminação do vírus.

O serviço auxilia na identificação e orientação dos casos suspeitos da Sars-coV-2 , diminuindo o risco de transmissão do vírus.

Inovação

Nesse contexto, o Sabará Hospital Infantil- que tem 60 anos de experiência em saúde infantil-, em parceria com a Conexa Saúde, maior startup de telemedicina da América Latina, desenvolveu o programa “Sabará nas escolas”. (importante fortalecer o nome do produto)

O serviço dispõe de um protocolo específico com orientações gerais para a organização desses espaços, com objetivo de minimizar o risco para crianças, professores e funcionários e de atendimentos via telemedicina.

“Visa facilitar o acesso à saúde, de maneira que os pais possam contar com uma fonte segura de cuidados, a qualquer momento e sem a necessidade de deslocamento”, diz o Dr. Rogério Carballo Afonso, Gerente Médico de Novos

Negócios do hospital

A ideia, segundo explica, é que o serviço não fique disponível apenas durante a pandemia, mas que possa ser usado em outros momentos.

“Contamos com uma estrutura completa de cuidados com pediatras experientes que nos permite atender escolas em todo o Brasil, com qualidade e segurança”, explica Carballo.

Resultados

A criação do programa para as escolas é o resultado dos frutos do serviço de telemedicina para assistência de pacientes do hospital, realizados em parceria com a Conexa, desde março de 2020.

Desde então já foram cerca de dez mil teleconsultas em pediatria geral e nas diversas especialidades pediátricas, segundo o Dr. Rogério. E quatro escolas já aderiram à modalidade.

“Estamos sendo procurados por diversas instituições escolares, por todo o Brasil. A aceitação tem sido ótima, com identificação de grande valor para a proteção dos alunos e consequente retenção e novas matrículas”, afirma.

O CEO da Conexa Saúde lembra que, nenhuma ação ou conjunto de ações isoladas tem 100% de eficácia garantida contra os riscos, mas várias intervenções coordenadas podem reduzir significativamente a ameaça.

“Com o uso da plataforma de telemedicina, é como se cada escola tivesse seu ambulatório interno, um movimento tão importante que acreditamos irá se fortalecer além da pandemia”, destaca Guilherme Weigert, CEO da Conexa Saúde.

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