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Como é o profissional do futuro?
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Como é o profissional do futuro?

Você já ouviu falar sobre processos de automatização – nuvem, machine learning, LoT e reconhecimento de voz?

Todos esses termos e tendências fazem parte da chamada Era da Informação. São tecnologias muito agregadoras no âmbito profissional, que desenvolvem novas experiências, modelos de negócios, processos, produtos, serviços e conexão de diversas áreas.

Sendo assim, transformações digitais não são mais o futuro, mas sim a realidade.

Porém, apesar de serem muito benéficas, ainda afligem o profissional, que tem medo de ser substituído por esses novos avanços.

Você tem medo do que o futuro reserva para a sua carreira e profissão? Então, continue a leitura conosco e veja como a adaptabilidade pode te ajudar!

Profissional tradicional

Você sabe o que é um profissional tradicional?

Um profissional tradicional é aquele que realiza suas atividades dentro da empresa de forma linear. As orientações sobre o seu trabalho são repassadas por profissionais de nível hierárquico mais elevado, o ambiente é impessoal e os processos são mais valorizados.

Além disso, esse profissional não busca se adaptar quanto as novas tecnologias, é relutante frente às mudanças, podendo ser facilmente substituído.

Profissional do futuro

Diante as constantes mudanças do mercado, temos como consequência novos perfis de consumidor e novas tecnologias. Tais fatores resultam em transformações no tipo de profissional que as empresas procuram.

Com isso, surge o conceito de profissional do futuro, para corresponder as lacunas que precisam ser preenchidas dentro de uma era tecnológica.

Esse profissional influencia positivamente todos a sua volta e trabalha em um meio que valoriza cada colaborador e o trabalho em equipe, assim como suas competências, necessidades e desenvolvimento.

Ao falar em profissional do futuro, é comum pensar nas profissões que serão destaques nos próximos anos.  Mas vai muito além disso. O profissional tem que sair da zona de conforto e não possuir apenas conhecimentos técnicos.

Surge a necessidade de pensar em comportamento, nas habilidades, capacidades, valores, ética, resiliência, adaptabilidade e autoconhecimento. Esses já são e serão os diferenciais competitivos do mercado no futuro.

Revoluções no mercado de trabalho

Não basta se adaptar às mudanças que acontecem. É preciso se antecipar às inovações, se preparar para elas e, principalmente, aceitar que já estão ocorrendo.

Aceitação, nesse caso, é ter consciência da necessidade de adaptação quanto a forma como aprende, trabalha e ensina, além de estar aberto para novidades e buscar por onde começar.

Com certeza, o mercado de trabalho já está sendo revolucionado. Da mesma forma que as mudanças tecnológicas revolucionam o âmbito pessoal, também tendem a revolucionar o dos negócios.

Afinal, você consegue se imaginar sem smartphone ou qualquer outra tecnologia que te ajuda de alguma forma no cotidiano?

Sendo assim, existe a forte necessidade de se adaptar frente às novas tecnologias.

Tecnologia como uma facilitadora

É válido lembrar que a tecnologia vem como uma facilitadora. As máquinas não conseguem executar muitas funções que exigem um conhecimento.

Um dos caminhos para não ser substituído é estar constantemente atualizado com o que o mercado exige. O trabalho não vai desaparecer, mas muitas atividades terão de mudar. 

Além disso, o progresso não atinge as pessoas de diferentes regiões na mesma velocidade. As novas tecnologias demandam tempo para se tornarem populares.

Os jovens que estão entrando no mercado de trabalho já estão bem habituados com a tecnologia.

Logo, um dos caminhos é se aproximar do mercado digital e de suas demandas. Para ser um profissional do futuro é preciso muito mais do que apenas conhecer tecnologias.

Adaptabilidade para sobrevivência profissional

Certamente, as mudanças ocorrem desde os primórdios da humanidade, seja a nível intelectual ou corporativo.

De nada adianta uma pessoa possuir alto nível intelectual, ser treinada pelas melhores faculdades, possuir experiência, mas se negar a utilizar os novos recursos e se adaptar aos novos tempos. Então, a adaptabilidade se torna um escudo para sobrevivência profissional.

Adaptabilidade não significa deixar de lado valores ou princípios. Mas sim, responder positivamente ao dinamismo das mudanças tecnológicas e do conhecimento humano. É se manter apto a aprender e lidar bem não só com novas ferramentas, mas com diferentes visões e interações.

Essa adaptabilidade se torna ainda mais importante quando existe uma tendência de automatizar atividades baseadas em tarefas repetitivas e rotineiras.

É importante estar aberto a possibilidades de entrega e valoração diferentes das convencionais, como trabalho remoto – que já é uma realidade – na economia compartilhada ou na chamada “gig economy”.

Mas se desesperar com medo de ser substituído por um robô e negar as necessidades de mudanças, certamente não é o caminho.

A resposta está em entender o que realmente vai mudar, para ir se preparando.

Transformação humana

Mesmo com a automação já sendo uma realidade e a inteligência artificial ganhando cada vez mais espaço no mercado, as principais características necessárias para obter êxito profissionalmente são humanas. Então, não se desespere.

As atividades do mercado de trabalho que serão, ou já estão sendo substituídas por máquinas, sistemas automatizados e robôs, são aquelas em que o processo é linear, que pode ser programável. Claro que essa troca pode afetar diversos ou todos os setores, mas não todos os profissionais.

Em um mundo cada vez mais conectado e diverso, os atributos humanos também serão fundamentais para os profissionais entenderem e aproveitarem das diversas “dores” dos públicos para criar novas soluções e serviços ideais e está muito ligada com a nossa próxima habilidade.

Capacidade de aprendizado contínuo

Deter a capacidade de aprender e incorporar novas soluções rapidamente, diante um mundo com acesso rápido e global a quantidades enormes de informações, é uma forma de se destacar no mercado.

Os novos líderes e CEOs de empresas disruptivas, que em regra não são grandes especialistas em uma área, mas têm a capacidade de se atualizar e estar sempre na frente da concorrência.

Recrutadores acreditam que a habilidade de adquirir novos conhecimentos será mais valiosa que o conhecimento em si.

Portanto, se manter estagnado e fechado para novas possibilidades será um grande erro aos profissionais do futuro.

Soluções para os mercados do futuro

Apesar do futuro parecer temeroso para muitos profissionais, podemos ver que a solução para que o mercado do futuro não gere milhões de desempregados está na nossa capacidade de se reinventar. E, para isso, devemos olhar mais para os humanos do que para as máquinas.

Mesmo em um mundo de robótica e inteligência artificial presentes no nosso dia-a-dia, seremos nós que devemos dar as diretrizes e o caminho para a evolução.

Você acha que possui o perfil de um profissional do futuro? Deixe a sua opinião nos comentários. Conhece alguém que também pode gostar desse artigo? Compartilhe nas suas redes sociais com apenas um clique!

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